Português

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01

(COPEVE-UFAL - 2014 - Prefeitura de Feira Grande - AL - Agente Comunitário de Saúde) - A questão refere-se ao texto abaixo.

O sumiço do ditongo “ou”

O ditongo “ou” de formas verbais do passado também já bateu as asas: todos dizem “falô/acabô” etc. – mas, e isso é bem relevante, todos ainda mantêm o ditongo “eu” em “bebeu/comeu” etc.

O que fazer diante disso? Simples: tratar os fatos como fatos. Especialmente, ficar atento ao fato de que as mudanças não são aleatórias. Se desapareceu o ditongo em “falou”, não desapareceu em “bebeu”. Significa que há uma ordem da língua que se impõe aos rumos da mudança. A língua só muda onde pode mudar. Ou não muda de qualquer jeito.

POSSENTI, S. Degelo inesperado. In. Revista Galileu. mar. 2014. (Adaptado).

Da leitura e análise do texto, compreende-se:

  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q56323Ca
02

(Crescer Consultorias - 2019 - Prefeitura de Paulistana - Motorista) - A alternativa cujas palavras apresentam, respectivamente, ditongo, dígrafo e hiato é

  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
Código da questão
Q56462Ca
03

(Instituto Ludus - 2012 - APPM/PI) Das palavras abaixo, marque a única que devia estar escrita com letra maiúscula:

  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q1607Ca
04
Assinale a sequência que completa corretamente as lacunas dos períodos seguintes.

I. Não quero nem devo lembrar aqui _______ me encontrava naquela barca.

II. _______ a argumentação não deve desprezar o contexto e a semântica no cotidiano?

III. A banca dificilmente implicará com você, se as letras maiúsculas forem maiores que as outras, _______ ficará provado o seu conhecimento sobre o assunto.
  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q967Ca
05

(FUNCAB - 2016 - EMSERH - Auxiliar Operacional ) - Uma caminhonete transporta no máximo 12 sacos de cimento ou 18 caixas de pisos. Considerando essa caminhonete carregada com seis caixas de pisos, quantos sacos de cimento, no máximo, podemos acrescentar, de modo a não ultrapassar a carga máxima?

  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q56231Ca
06

( FCC - 2018 - IAPEN-AP - Agente Penitenciário) - A solidão é distinta do simples fato de se estar sem uma pessoa por perto; da mesma forma, estar acompanhado não é a garantia de eliminá-la. Nos grandes centros urbanos, estamos cercados por milhões de pessoas. Seria aceitável pensar que os solitários eram as antigas pessoas do campo, separadas por quilômetros de um aglomerado.

Podemos dizer o contrário hoje: nas grandes cidades, o mal da solidão é ainda mais devastador. Concentração demográfica, sim, porém com esvaziamento de laços pessoais e significativos. Grandes condomínios que acumulam histórias paralelas que nunca se encontram. Vizinhos que trocam cumprimentos formais nas áreas comuns, mas sabem que não podem contar com ninguém. Pessoas que não criam vínculos afetivos que tornem a existência mais interessante.

A solidão sempre deixa um gosto melancólico sobre a experiência da vida. Não estamos falando da doença chamada depressão, em que uma pessoa, contra a vontade, vai perdendo vínculos com o mundo. Estamos falando de algo que não é uma doença psíquica. A solidão é um problema contemporâneo. Isolamento social não é apenas uma situação atípica: transformou-se em verdadeira epidemia.

(Adaptado de: KARNAL, Leandro. O dilema do porco-espinho. São Paulo: Planeta do Brasil, 2018, edição digital.)

Seria aceitável pensar que os solitários eram as antigas pessoas do campo... (1° parágrafo)

Na frase acima, identifica-se

  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q55091Ca
07

(MPE-GO - 2018 - MPE-GO - Auxiliar Administrativo) - Marque a alternativa em que a vírgula NÃO está empregada corretamente:

  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q56621Ca
08

( Makiyama - 2016 - Prefeitura de Salgueiro - PE - Auxiliar de Enfermagem) - Assinale a frase CORRETA no que diz respeito à concordância nominal:

  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
Código da questão
Q55492Ca
09

(Instituto Legatus - 2016 - Angical do Piauí - PI - Agente Comunitário de Saúde) - 

O pedestre também faz parte do trânsito

(Débora Monteiro)

O pedestre também faz parte do trânsito e merece respeito. Por mais simples que seja esta afirmação, está claro que ela ainda não foi bem assimilada por toda a sociedade, que parece entender que quem caminha pelas ruas está lá só para atrasar o trajeto dos motoristas.

O pedestre, aliás, é o personagem do trânsito que ocupa o menor espaço, que menos polui e que é o mais vulnerável. Essas são características suficientes para exigir mais respeito e torcer para que mais pessoas ocupem o lugar de pedestre, desafogando o trânsito caótico que somos obrigados a vivenciar diariamente. É verdade que somos refém de uma desestrutura urbana que nos obriga a depender de um carro para nos locomover. Assim, aprendemos a dirigir, mas não aprendemos a respeitar.

Vale lembrar que não é só de direitos que vive o pedestre. A obrigação de atravessar na faixa ou na passarela é algo que pode fazê-lo perder alguns minutos, mas pode salvar sua vida. Enquanto motoristas, reclamamos do pedestre. Enquanto pedestre, reclamamos do motorista. Enquanto cidadãos, o que fazemos para melhorar nossa realidade? Reclamar nas redes sociais não muda a sociedade. Agir como cidadão consciente sim.

É importante observar o quanto o trânsito reflete a educação de uma sociedade. Quem já se viu pedestre nas cidades onde o respeito predomina, sabe o quanto é vergonhoso compararmos com a dinâmica do trânsito de cidades brasileiras, onde o pedestre não tem vez.

Em algumas culturas como a nossa, o ego do indivíduo está diretamente ligado ao modelo do automóvel que dirige, fazendo-o acreditar que se encontra em uma posição superior àquele que caminha pelas ruas. Não importa se você tem consciência cívica, caso você esteja no papel de pedestre, será inevitavelmente visto como alguém que não merece atenção dos demais integrantes do trânsito.

(Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/fortaleza/2015/09/22/noticiafortaleza,3507841/cronica-o-pedestre-tambem-faz-parte-do-transito.shtml Adaptado para fins didáticos.)

De acordo com as ideias defendidas no texto, o problema do trânsito está relacionado:

  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q56006Ca
10

(FEPESE - 2019 - SANEFRAI - Operador de ETA) - Texto 1

É sabido que o oeste catarinense e o sudoeste do Paraná começaram a ser ocupados, no início do século XIX, através da pecuária, em suas regiões de campo, pela criação extensiva em grandes propriedades. O resultante desse processo foi a rarefação da população em grandes espaços. Somente a partir de meados do século passado é que as áreas de florestas, que antes tinham permanecido praticamente intactas, passaram a ser ocupadas através do excedente populacional dos campos de criação de gado ou dos imigrantes provindos de outras partes do território nacional. Esse processo acabou constituindo a população cabocla com uma cultura e um modus vivendi próprios, e com a qual os imigrantes rio-grandenses iriam se defrontar.

As migrações visavam a ocupar o “espaço vazio” do oeste catarinense, dentro do projeto capitalista do governo, já que essa região era vista como perigosa e inóspita, um verdadeiro deserto a ser povoado para nele se produzir. As companhias colonizadoras, então, começaram a fazer investimentos e vender as glebas das áreas de florestas.

Nesse ínterim, entre os descendentes de imigrantes italianos do Rio Grande do Sul (Serra Gaúcha e regiões circunvizinhas), estava ocorrendo um fato conjuntural que veio ao encontro do interesse pela colonização do oeste catarinense. A estrutura fundiária das regiões de imigração rio-grandenses era baseada em pequenos lotes de terra. Essas pequenas propriedades não podiam mais ser desmembradas porque tornar-se- -iam inviáveis economicamente. Daí o deserdamento sistemático e necessário, forçando os colonos e seus descendentes a novas migrações para novas colônias, onde se reproduziu o modelo fundiário anterior.

ZAMBIASI, José Luiz. Lembranças de velhos. Chapecó: Universitária Grifos, 2000, p. 28-29. [Fragmento adaptado].

Sobre o texto 1, é correto o que se afirma em:

  1. a
  2. b
  3. c
  4. d
  5. e
Código da questão
Q56367Ca